quinta-feira, 18 de julho de 2013

Autorretratos 2013

            Turmas 1CISP/CICT, EPMVC, 2013

O destino juntou-nos,
Sem saber o porquê.
Somos muitos,
Somos loucos,
sonhadores de um sonho coletivo.
Caminhamos lado a lado,
Todos no mesmo sentido,
Para no mundo da música vingar.
É na música que encontramos o nosso rumo.
Todos rimos, todos sofremos,
Ninguém escapa às emoções.
Para nenhum de nós o caminho será fácil.
O mundo artístico é uma grande dificuldade.
Somos heróis, somos amigos, somos irmãos.
Todos possuímos um passado,
Mas  a paixão do presente,
conduzir-nos-á ao futuro!             


              Jéssica Loureiro, aluna EPMVC, 2013


Meu olhar é poderoso
pois assim aprendi a ser,
Tento ter o poder corajoso
que os outros me faziam ver.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

ContactAR-TE – artes em diálogo já vai na terceira edição


O projeto ContactAR-TE  artes em diálogo, neste ano letivo na terceira edição, tem permitido aos alunos da EPMVC, o contacto com expressões artísticas próximas da música, como a dança, a pintura, a escultura, a arquitetura, a literatura, o teatro e o cinema.
Cada trimestre as várias disciplinas desenvolvem atividades em volta de um tema comum. No ano passado, por exemplo, os temas foram A NoiteAmores Proibidos e O Mar. Este ano letivo os temas O Campo, A Cidade e A Revolução Francesa, foram definidos em função de um leitmotiv agregador: Ludwig van Beethoven.  
Assim, durante os últimos três anos letivos foram desenvolvidas várias atividades, como por exemplo: construções coreográficas de obras musicais; visualização de filmes, peças de teatro e documentários; organização de exposições de trabalhos realizados no âmbito das várias disciplinas; audições comentadas; recitação de poesia; concursos de textos; um concurso de fotografia; e momentos musicais, como À la Volonté du Peuple.

Este último trabalho foi desenvolvido no âmbito das disciplinas de Francês e Física do Som – Formação Auditiva e surgiu após a visualização do filme Les Misérables, musical de 2013, uma adaptação do romance de Victor Hugo com o mesmo nome.





A terceira edição da iniciativa, que teve lugar no ano letivo de 2012-2013, arrancou, em novembro 2012, com a audição comentada em torno da Sinfonia Pastoral de Beethoven e teve como um dos momentos fortes o FEIRÃO realizado, a 21 de novembro de 2012, com o propósito de ajudar instituições de cariz social de Viana do Castelo.




No dia 4 de dezembro de 2013, por exemplo, no âmbito da O Campo,  foi feita, na biblioteca da escola, uma breve apresentação da vida e obra de Miguel Torga, pelo aluno André Rocha, seguida da leitura de poesia do autor, feita pelos alunos Yekaterina Kunchiskaya, André Rocha, Bárbara Gomes e Georges Pereira. Este momento de poesia foi acompanhado ao piano pela aluna Maria Teresa Antunes.

Esta atividade teve como principais objetivos: promover o conhecimento da vida e obra deste autor, promover a leitura de forma autónoma e criativa e desenvolver técnicas diversificadas de expressão oral.




domingo, 2 de junho de 2013

Alunos da EPMVC destacam-se nos concursos “Uma Aventura… Literária 2013” e “Terceiro Prémio Escolar Couto Viana”



Poucos serão aqueles que ao ouvirem as palavras “Uma Aventura” não as associem a uma coleção de livros infanto-juvenis da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, que desde há trinta e um anos têm conquistado para a leitura milhares de crianças e jovens. Porém, nem todos saberão que, desde o ano em que surgiu no mercado, a mesma coleção tem associada a realização de um concurso anual que envolve escolas de Portugal Continental, ilhas e comunidades lusófonas, englobando modalidades de expressão escrita, ilustração, conhecimento histórico e artes dramáticas.
Na sua edição de 2013, e segundo dados da Editorial Caminho, foram apresentados à apreciação do júri nacional 10 125 trabalhos individuais e coletivos, provenientes de mais de 400 agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas de todos os níveis de ensino.
Viana do Castelo tem sido, nas diversas edições do concurso, a cidade mais premiada, facto que foi várias vezes mencionado pelo diretor da Editorial Caminho, Dr. Zeferino Coelho, aquando das sessões de entrega de prémios aos vencedores.
A Escola Profissional de Música de Viana do Castelo participou pela primeira vez no presente ano letivo e viu seis trabalhos distinguidos com os prémios mais elevados, nas modalidades de Olimpíadas da História e de Crítica Literária. A este número adicionou também uma menção honrosa, na primeira modalidade.
Ao analisarmos o desempenho dos alunos da EPMVC na área da escrita, não será despiciendo recordar que o executante de um instrumento musical, para alcançar uma elevada performance, terá de dedicar diariamente ao estudo da música várias horas e estes alunos são um exemplo de tal realidade. Muitos, após os estudos que realizam em horário escolar, ocupam grande parte do escasso tempo de que dispõem a exercitar-se no instrumento musical que escolheram. E, por vezes, nem os intervalos letivos escapam a esta realidade.
Por este motivo, os prémios alcançados no concurso “Uma Aventura” adquirem, para eles e para toda a comunidade educativa em que estão integrados, um maior significado, na medida em que são o reconhecimento de mais um esforço que foi preciso despender.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Jano Lisboa, ex-aluno da EPMVC, conquista o lugar de viola solo da Orquestra Filarmónica de Munique


Jano Lisboa é membro titular da Orquestra de Câmara de Munique com quem gravou discos com obras de Rossini, Mozart, Hosokawa, Bach, entre outros.
Em Fevereiro de 2013, conquistou o lugar de viola solo da Orquestra Filarmónica de Munique e começará a trabalhar com orquestra no próximo mês de Setembro coincidindo com o início da nova temporada de concertos que levará a orquestra a uma digressão aos Estados Unidos da América.

Jano é membro fundador do Vellit Quartett – um quarteto com piano – onde colabora com Uli Witteler (solo violoncelo da Orquestra Sinfónica de Bamberg), Katja Lämmermann (concertino da Gaertnerplatz Opera em Munique) e Julian Riem (professor nan Musikhochschule em Munique).

Paralelamente à sua carreira na música clássica, Jano Lisboa dedica-se ao seu projeto rock intitulado Asphalt Kiss. O primeiro disco está a caminho e foi gravado nos Estúdios Namouche e Rosa dos Ventos em Lisboa encontrando-se neste momento na fase de misturas. Num futuro próximo irá para Los Angeles para finalizar o disco com a masterização com Tom Baker (Deftones, Nine Inch Nails).

               Programa do concerto de 29 e 30 de Janeiro 2011

Entrevista a Jano Lisboa

para a Escola Profissional de Música de Viana do Castelo
por Susana Magalhães, em 2006


terça-feira, 28 de maio de 2013

Entrevista ao professor Barry Cooper, 2013

Entrevista ao professor Barry Cooper, musicólogo, compositor, organista, especialista em Ludwig Van Beethoven e editor de Beethoven Compendium.

Barry Cooper estudou música na Universidade de Oxford e é, desde 2003, professor da Universidade de Manchester. Tornou-se especialmente conhecido pelos seus estudos sobre Beethoven, tendo editado vários livros sobre o compositor.   


Bárbara Barros, Maria Inês Ferreira e Sara Lima, maio 2013, Escola Profissional de Música de Viana do Castelo


  1 – Quais foram os mais importantes momentos do seu percurso musical?

Havia um piano em casa e quando eu tinha cerca de quatro anos comecei a tocar melodias de ouvido. Na altura, a minha mãe perguntou-me se eu gostaria de aprender a tocar piano “como deve ser” e eu aceitei. Depois, ela disse: “Então vamos visitar a nossa vizinha!” e eu pensei: “Isso faz sentido, porque a mãe ensina-me a ler, mas como a música é um pouco mais complicada tenho de avançar uma porta”! E assim aconteceu. Tive uma muito boa professora de piano que visitava quatro vezes por semana para alguns minutos aula.
Mais tarde, porque gostava de cantar e porque o meu irmão se juntou ao coro de uma igreja decidi também o fazer, apesar de ainda ser demasiado novo. Na verdade, fui o corista mais jovem que eles tiveram, mas não tinha boa voz.
Depois, tentei juntar-me ao coro de uma catedral importante e eles fizeram-me testes de apetência musical, de ritmo e de voz. Apesar de ser muito musical, e de ter conhecimentos musicais, continuava a não ter voz para cantar.
Perguntei se não poderiam treinar a minha voz e eles disseram que sim, mas precisavam de “algo” por onde começar! Foi aí que compreendi que a minha voz “nem tinha por onde começar”!
De seguida, aprendi a tocar órgão na escola e foi assim que entrei no mundo da música. Também comecei a compor, na verdade, estava muito interessado na composição... 
Quando eu tinha sete anos descobri que Mozart tinha escrito uma peça que eu estava tocar aos seis, então pensei que já estava atrasado e por isso deveria começar! As minhas composições não eram boas, mas compus muitas peças nessa altura.
Mais tarde consegui uma bolsa de estudo para estudar música numa escola pública. Por essa razão, não tive de estudar outras disciplinas que eu até considerava difíceis como química ou história. Depois entrei na Universidade de Oxford onde continuei os meus estudos musicais e foi aí que finalmente senti que estava no sítio certo. Foi na Universidade que me senti um verdadeiro músico por estar rodeado por pessoas que pensavam da mesma forma que eu.
Foi nessa altura que comecei a interessar-me por História da Música e por Musicologia e, por isso, comecei a fazer algum trabalho de investigação.
Na Universidade conheci dois muito bons especialistas em Beethoven que me ensinaram a fazer investigação e me incentivaram a procurar manuscritos. Participei também num seminário em Londres e escrevi um artigo sobre Beethoven que foi publicado. A partir daí, os editores começaram a enviar-me livros sobre Beethoven, às vezes até em alemão! E foi assim que tudo começou… pensei: “Devem achar que sou uma especialista em Beethoven, por isso mais vale tentar tornar-me num”!
Beethoven já era um dos meus compositores favoritos, mas só nesta altura comecei a fazer trabalho mais sério de investigação. O seminário era sobre a Sinfonia Heróica e eu decidi investigar sobre como é que esta sinfonia tinha sido escrita e descobri que este tipo de investigação ainda não tinha sido feito. Na altura eu pensava, como muitas pessoas pensam, que tudo estaria estudado sobre Beethoven, mas não é assim. 
Havia milhares de páginas de rascunhos todos misturados que não tinham sido estudados e muitos nem olhados. Então, pensei: “Isto vai manter-me ocupado durante bastantes anos, na verdade, vai ocupar várias pessoas durante alguns anos…” e foi este tipo de investigação que fui fazendo ao longo do resto da minha vida.
Antes de estudar Beethoven também já tinha investigado outros compositores, como por exemplo Albertus Bryne, mas quando contava o que estava a fazer, as pessoas perguntavam-me quem era Albertus Bryne! A partir do momento em que comecei a estudar Beethoven, a minha investigação começou a despertar a atenção de muitas pessoas interessadas em saber aquilo que eu ia descobrindo.  




quarta-feira, 22 de maio de 2013

Crónicas

     Quem não conhece o famoso slogan da Nike Just do it? Quem não conhece as três riscas da Adidas?
     Miúdos de 7 anos fazem birras por quererem ter roupa de marca, ténis de custo elevado. No entanto, nem todos os pais conseguem sustentar tais caprichos, mas, para esses miúdos e adolescentes, a marca é tudo, para ser o “estiloso” na escola e ser aceite sem quaisquer problemas entre grupos de amigos.
     Se um adolescente usar roupa “barata”, por assim dizer, os colegas vão pensar, “Tu compraste isso na feira!? Falhado!”
     É triste a realidade da futilidade disto tudo, mas passa-se nos dias de hoje, passa-se em todas as escolas. Mas não culpo somente os jovens por terem tais comportamentos, culpo também a publicidade a essas marcas que nos iludem tão bem. Queremos sempre ter aquilo que não conseguimos alcançar, mas a publicidade faz-nos querer consumir. Cumprindo assim, também o seu papel.
       Pena é que os jovens não se preocupem mais em com o “ser” do que com o “parecer ser”. Pena é que os jovens não procurem enriquecer interiormente e se preocupem mais com o exterior, com a aparência, com aquilo que aparentam ser ou possuir.
    Gostaria que a nossa sociedade fosse menos fútil e incutisse aos jovens outros valores, como o de se tornarem seres melhores, cidadãos ativos, preocupados com o ambiente, com questões sociais, com a sua cultura e educação. Porém, a verdade é que não vivemos numa sociedade perfeita e cabe-nos a nós saber fazer as nossas escolhas, cabe-nos a nós decidir entre a futilidade material ou a riqueza interior daquilo que somos e não daquilo que parecemos ser.
     Amigos, preocupem-se com o “ser” e não com o “ter”.

Georges Pereira, aluna da EPMVC, 2013


Falta de cultura

            Olho à minha volta e deparo-me com um país de portas fechadas à cultura. Portugal tem hoje uma percentagem mínima de população que consome cultura, quase toda ela velha e sem herdeiros. A cultura de massas venceu!
            É triste olhar ao nosso redor e perceber que o povo português é isto: é estar sentado no sofá ao domingo à noite, em frente à televisão, a ver a provocadora da Teresa Guilherme, é ouvir “brasileirada” a toda a hora, é passar horas a invejar/criticar a vida da vizinha nas redes sociais, é ignorar ou falar mal das artes em geral. E depois criticam a música pimba e o folclore, e até as beatas da igreja, quando, no fundo, não somos muito melhor que isso. É preocupante saber que as pessoas conhecem este ou aquele jogador de futebol do Porto ou do Benfica, quando não fazem a mínima ideia de quem foi Bach, Rousseau ou Goethe.
            É lamentável, mas é mesmo assim, nós aceitamos aquilo que nos “vendem” barato. E a culpa é nossa que elegemos esta gente, que os aceitamos, que votamos neles! Depois, as consequências estão à vista de todos – somos um pequeno país que sofre com a crise económico-financeira e, pior do que isso, que atravessa uma grande crise de valores. O nosso país continua de portas fechadas à cultura e ao conhecimento, enquanto isso continuar a acontecer não vamos evoluir, não vamos ser melhores.
            E tudo isto respeitando os gostos e as opiniões de cada um.


Isa Tavares, aluna da EPMVC, 2013


Crianças ou Adultos?
               
Atualmente, vemos rapazes e raparigas com dez anos, ou até menos, a perceberem mais de tecnologias e informática do que muito adultos, não estou a dizer que isto prejudique a sociedade, mas, na minha opinião, acho que com essa idade não deviam dar tanta importância a esses suportes, deviam ler mais livros, utilizar mais o lápis e o papel.
Ainda hoje fui a um café e deparei-me com um jovem, sentado com um Tablet na mão e a enviar mensagens, sem dirigir uma única palavra à sua mãe! Ridículo não é?!
À noite, acedi ao Facebook, mal abri a página houve logo uma imagem que se destacou de tudo o resto, uma rapariga de catorze anos com um cigarro na boca a exibir-se para a câmara. Como eu, muitos espectadores veem estas imagens e ficam logo com elas gravadas na mente. Porque será?! Porque será que estas crianças têm este tipo de comportamento? De facto é uma triste realidade que assistimos todos os dias e que somos “obrigados” a aceitar.

Marta Miranda, aluna da EPMVC, 2013



O que foi e o que será


É curiosa a diferença que encontro entre um simples diálogo com uma avó, por exemplo, e um diálogo que encontro, por mero acaso, porque isso é possível atualmente, no mural de uma qualquer rede social. Não sou contra as novas tecnologias nem contra o seu desenvolvimento, até porque também usufruo das suas utilidades mas, como diria alguém mais velho, tudo o que é demais é erro e, na minha perspetiva, esse erro tem vindo a desenvolver-se demasiado.
Acho ridículo um encontro entre amigos se tornar numa sessão fotográfica para ser exposta a outros “pseudo” amigos que irão comentar tal ato.
Em poucos momentos a história da minha vida pode ser divulgada ao mundo. Se retratar a vida de uma criança que só faz asneiras, ficarei rapidamente conhecida e adorada. Se contar a minha história, serei mais uma entre muitos falhados que estuda e gosta de obter bons resultados.
Sinceramente, não quero saber. Não serei um parasita da sociedade.



Susana Marli, aluna da EPMVC, 2012



A  MINHA  REALIDADE

Ali estava eu, em mais uma aula de Português, a falar sobre os textos dos média, quando a professora nos pediu para fazermos uma crónica. Confesso que não saltei de alegria no início, mas depois lembrei-me daquilo que faço (ou tento fazer) todos os dias – música.
Nos dias que correm, para se ser estrela pop, basta sabermos cantar umas notinhas afinadas, pôr uns vídeos no Myspace e/ou Youtube. De repente, poof!, somos conhecidos quase internacionalmente. Isto, enquanto nós, eu e os meus colegas, estudamos diariamente nesta escola durante seis anos, mais os restantes que virão da universidade; já para não falar de tudo o que iremos estudar durante toda a nossa vida até irmos desta para melhor.
Não é que eu não esteja fascinada no modo como a Lady Gaga exibiu o seu vestido de carne, na vida romântica de Justin Bieber, que deve ter enchido outro estádio com fãs a gritar histericamente a letra decorada de todas as suas músicas, ou até na operação às cordas vocais da Adele. Isto, obviamente, sem querer pôr em causa os gostos musicais de cada um.
Todos eles (e muitos mais), ganham balúrdios de dinheiro por aparecerem. Nós estudamos e 95% não ganhará nem um quarto do que eles ganham. Nós temos talento e esforço, eles têm máquinas  e a sua imagem.
Mas, apesar disso, tenho orgulho em dizer que estudo e trabalho todos os dias para conquistar os meus objetivos e sonhos.

Bárbara Ferreira, aluna da EPMVC, 2012

domingo, 19 de maio de 2013

Encontro de Violas EPMVC e AMVC 2013



Os professores de viola d’arco da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo (EPMVC) e da Academia de Música de Viana do Castelo (AMVC) organizam, desde o ano letivo 2008/2009, um “Encontro de Violas EPMVC e AMVC” com o objectivo de vivenciarem um momento de partilha e de convívio.
Este encontro acontece anualmente, sempre com um formato diferente e, uma vez que de dois em dois anos também se realiza o Encontro Nacional da Viola d’arco organizado pela Associação Portuguesa da Viola d’arco (www.apvda.com), os professores e os alunos da EPMVC e da AMVC juntam-se, ano sim, ano não, a esta iniciativa.

Em 2013 o 7º Encontro Nacional da Viola d’arco realizou-se no dia 19 de maio com ensaios durante a manhã no Conservatório de Música do Porto e uma apresentação pública durante a tarde, no Dolce Vita Shopping Center Antas – Porto.
Os 20 alunos e 5 professores participantes foram distribuídos pelos diversos naipes, cada um representado por uma cor diferente, que por sua vez se uniram para formar a Maior Orquestra de Violas do Mundo, superando o record mundial, reconhecido pelo Guinness World Records, alcançado no 6º Encontro Nacional, em 2011, desta vez, com um total de 353 violetistas.













Estes momentos, para além de estimulantes e motivadores, tornam-se memórias inesquecíveis no percurso artístico dos alunos e dos encarregados de educação que os acompanham.


Rafael Cutiño, Luís Norberto, Adélia Certo, Sara Rodriguez e Sara Barros.